

03/01/2026 10h34
Canto da Visão ( Poesia épica experimental)
Canto a vibração, e ao fechar os olhos te vejo / não como homem apenas, mas como mito.
És Dionísio em meu sangue, fogo que embriaga, delírio que me arranca do chão do mundo.
És Apolo em meus olhos, luz que ordena o caos, harmonia que me guia entre sombras e clarões.
Sereia sagrada me chama em ti, voz que curva oceanos, feitiço de ondas eternas que não sei / nem quero / resistir.
No instante, somos infinito/ símbolo sem fim, círculo encantado, mágica que o tempo jamais poderá apagar.
É isso. Publicado por Elixandra (costura pensamento filosófico) em 03/01/2026 às 10h34
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